Revista LOJAS Papelaria - Edição 272

Revista LOJAS Papelaria - Edição 272

EDITORIAL Rua José Tobias dos Santos, 37-A 05121-050, São Paulo, SP, Brasil. Tel (5511) 3837-7979 agneloeditora@agneloeditora.com.br LOJAS Papelaria, Informática, Brinquedos & Cia. é uma publicação mensal de AGNELO EDITORA. Dirigida a proprietários, diretores, gerentes e compradores de lojas, atacadistas e varejistas de materiais escolares,de escritórios, de informática e brinquedos. Circulação nacional. Revista LOJAS AnoXXVI,N.º272-Abril2018 www.lojaspapelaria.com.br Twitter - @revistalojas Diretor Presidente Agnelo de Barros Neto agnelo@agneloeditora.com.br Diretora Financeira Samantha Barros samantha@agneloeditora.com.br Editor Chefe Marcos Mila (MTb 26.418) marcos@agneloeditora.com.br Jornalistas Lucélia Monfardini (MTb 35.140) lucelia@agneloeditora.com.br Talita Molinero (MTb 74.307) talitamolinero@agneloeditora.com.br Edição de arte e Diagramação Geraldo de Oliveira geraldo@agneloeditora.com.br Editor de Fotografia Yuri Zoubaref fotografia@agneloeditora.com.br Publicidade Érica Brandão comercial@agneloeditora.com.br CTP e Impressão Gráfica Grass Depto Assinaturas/Distribuição Fernando Clarindo assinaturas@agneloeditora.com.br As novas oportunidades de negócios Os negócios vivem a mais profunda transformação advinda da revolução digital. Nunca em tão pouco tempo e com tamanha intensidade e rapidez as em- presas foram afetadas por inúmeras inovações, desa- fios e oportunidades. O consultor Ricardo Guinâncio, em artigo publicado recentemente no portal Negócio do Varejo, observa que as empresas correm para entender, se adaptar e conviver com novos atores num novo ambiente de negócios em que o protagonis- ta de hoje poderá não existir amanhã. Tudo é novo e exponencial. Como enfrentar então os novos desafios e colocar o varejo em sintonia com a era da transfor- mação digital? De início um dado que impressiona: o brasileiro fica em média nove horas online, acima de países como os EUA. O mundo digital já faz parte da vida dos brasileiros, o que gera enorme potencial para os negócios. E o caminho é irreversível. A mudança é real e será completa também nas empresas. O principal desafio para o varejo será entregar valor. Este é o primeiro ponto a ser tratado. Outro ponto a ser considerado, conforme Guinâncio, e que serve também como um alerta: o digital não é só tecnologia. É cultura, comportamento e compreensão de um novo ambiente que inclui negócio, sociedade e vida. As transações serão consequên- cia da reputação, que é fruto das recomendações, dos relacionamentos, das expe- riências positivas, do ativismo em redes sociais, dos influenciadores digitais etc. Ou seja: não é a empresa que vende, mas o cliente que compra. A tecnologia surge como ferramenta que ajudará na compreensão do ambiente de negócios, na melhoria da comunicação, na construção de conexões eficientes e na oferta de soluções com valor que levarão ao engajamento do consumidor. E como o varejo precisará estar perma- nentemente atento aos movimentos e mudanças do comportamento do consumidor, a tecnologia será a ferramenta essencial para auxiliar a navegar neste ambiente de constante mudança. Um ponto forte que pode ajudar as atuais empresas do varejo tradicional, segundo o consultor, é sua atuação em múltiplos canais, frente às nativas digitais, que tem uma maior dificuldade em chegar ao físico. Sim, o varejo físico tem muita força. Sua atuação que será diferente, visto que o consumidor não enxerga canal e sim marca, e quer ser atendido no momento que ele quiser, como ele quiser, no lugar que ele esti- ver. E este local poderá ser a loja física, devidamente integrada ao ecossistema digi- tal. Um excelente momento para uma experiência de marca, atendimento personali- zado, relacionamento de valor e fortalecimento do lado humano. Uma oportunidade para a reinvenção das lojas físicas. Já existem diversas experiências nas lojas físicas integrando tecnologias digitais como beacons, RFID, espelhos mágicos, provadores digitais, etiquetas eletrônicas, vitrines inteligentes, aplicativos, internet das coisas, uso de robôs, lojas sem caixas ou releitura do pondo de venda como loja conceito, espaço comunitário, centro de distribuição ou parte de tudo isso aplicado ao mesmo tempo, tanto na experiência do cliente como na integração a gestão do negócio. Varejistas deverão ser ágeis e eficientes para se adaptar e aproveitar ao máximo as diversas oportunidades que surgirão ou poderão ser criadas. Quem sabe levar a loja até o seu cliente em vez de esperar por ele? Boa leitura! Marcos Mila LOJAS PAPELARIA - ABRIL 2018 3

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