Revista LOJAS Papelaria - Edição 273

Revista LOJAS Papelaria - Edição 273

LOJAS PAPELARIA - MAIO 2018 7 O comércio eletrônico é uma forma de ampliar as vendas? ​Não podemos negar que vivemos em uma era onde a informação flui de forma rápida e, porque não dizer, viral. Dessa forma, não podemos fingir que não temos a influência das mídias sociais, das vendas eletrônicas da informação imediata. Assim, com certeza, não só a venda eletrônica como a divulgação através destas mídias deve ser explorada e incentivada. Só assim é possível atingir todos os públicos que se pretende.​ Produtos bem expostos são uma porta de entrada para as vendas. Quais dicas daria o lojista? ​Preparar a loja, estar sempre inovando nas exposições, movimentando os espaços, aproveitando datas importantes, fazendo com que o cliente sem- pre tenha a impressão de que está em um ambiente novo, renovado.​ A tecnologia e os softwares de gestão devem estar também nas pape- larias de pequeno e médio porte? ​Com certeza, organização e controle fazem parte de qualquer negócio hoje em dia, principalmente em uma economia onde qualquer detalhe pode fazer uma grande diferença. Existem vários softwares que ajudam e incrementam o dia-a-dia dos varejos.​ Qual tipo de parceria pode-se esperar dos fornecedores para melhorar os negócios na loja? ​Principalmente os materiais de merchandising que ajudam a preparar as lojas, destacando os produtos e a exposição em geral.​ O website representa um avanço nos negócios. Na sua opinião, quais as principais falhas no que se refere a informações e o que não pode faltar em um site de varejo? ​O maior cuidado, em minha opinião, está ligado às informações básicas que geralmente quem entra em um site procura, como por exemplo telefo- ne de contato, e-mail de contato, endereço, localização da loja etc. Muitas vezes, se torna uma “aventura” encontrar estas informações nos sites de empresas. Posteriormente, divulgação do que se vende, do que se propõe a entregar como serviço à empresa. E um detalhe importante é que o site seja responsivo e que se navegue em qualquer tipo de mídia (notebooks, celulares etc). ​ Como escoar produtos de baixo giro sem realizar promoções que ge- rem prejuízo? ​Venda casada neste caso pode ser uma forma de promover e resolver a questão de estoques, sem que se direcione ao preço unicamente. Por exemplo, em um produto de maior margem, conceder um preço “especial” para escoar estoques que têm baixo giro.​ Depois de três anos difíceis, o que esperar para 2018? ​Como brasileiros devemos pensar que, apesar de todas as dificuldades, estamos aqui lutando pelos nossos espaços e que, se fossemos um País menor, pelo que vivenciamos nestes últimos anos na economia e, principal- mente, na política, já teríamos virado uma Venezuela. Temos força de reação e uma economia que chama a atenção do mundo. Sinais são percebidos, pois mesmo com todos os problemas que tivemos, ainda somos um País que atrai investimentos internacionais. A reação será gradativa, pois fomos realmente muito judiados e as diferenças sociais ficaram gritantes. Mas é percebido que o pior já passou, não tinha como continuarmos na situação que estávamos e, com certeza, teremos um cenário melhor em 2018, 2019 e uma retomada forte em 2020, que superará as expectativas dos mais céti- cos. Este é o nosso país e devemos procurar de todas as formas fazer cada um a sua parte que, no todo, a diferença com certeza será percebida. Foco, trabalho e persistência devem ser as nossas palavras de ordem.​ “Ainda a exposição dos produtos de forma ordenada e provocando a compra extra deve ser encarada como fundamental. A personalização das lojas em relação às da- tas especiais como tema central e criação de ambientes convidativos, além do trei- namento dos funcionários deve ser preocupação constante dos lojistas. “

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