Revista LOJAS Papelaria - Edição 268

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Como devo me preparar para o movimento, como estão as previsões para 2017? E 2018? Compilei alguns dados divulgados pelo Fiesp/Ciesp em outubro de 2017, tendo com fonte o IBGE, veja alguns pon- tos: - 63,4% é a confiança das famílias na composição do PIB, o que indica a volta da confiança na economia; - Retomada do consumo das famílias; - Redução da Inflação (Set/17) -5,2% sobre alimenta- ção no domicilio; - 2,5% Índice IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo); - Endividamento das famílias em relação à renda acumulada 12 meses 23,1% (julho 17) fora crédito habitacional - (chegou a 31,4% em julho 2012); - Geração Líquida de empregos com carteira assinada 163,4 mil positivos em 2017 contra - 523,3 mil em 2015 e - 619,4 mil em 2016 (negativos); - Taxa de desemprego ainda alta, mas com viés de reversão (13 MM agosto 2016 x 12,6 MM agosto 2017); Projeções (%) 2017 2018 PIB 0,6% 2,1 PIB Industrial -0,3 2,0 Investimentos 12,8 12,5 Números tímidos, mas que apresentam uma esperan- ça na retomada de nosso país, mesmo com eleições e tudo o mais que ainda teremos em 2018. Tivemos um bom Dia das Crianças, o que credencia um Natal melhor, com expectativa de ser o melhor desde 2013. Com tudo isso, não podemos deixar de nos preparar para um período de volta às aulas que tenderá a ser melhor que do ano passado. Apenas é preciso aten- ção em relação aos estoques médios, pois é percebido um “adiamento” na decisão de compras por parte do mercado. Isso pode sinalizar uma perda de vendas no período e uma concentração do movimento e a busca por suprimentos no segmento atacadista. É muito importante que pensemos nisso, estamos em novembro, não há mais tempo para adiar a decisão de compras; é preciso planejamento e se programar para evitar surpresas “desagradáveis”, como a loja cheia e falta de mercadorias. Devemos continua a acreditar em nosso país; sabe- mos que os últimos anos foram difíceis, mas nossa economia é enorme e a retomada deve ocorrer nos próximos três anos, tendo como base um 2018 me- lhorado. Como aprendi já há 33 anos, crise é um momento de crescimento firme, pois a escassez nos provoca repen- sar o todo, realinhar expectativas e dar passos mais firmes. Crescimento, às vezes, nos coloca em “zona de conforto” e isso é “perigoso”. Enfim, é preciso rever sempre nossas empresas, nos- sos custos, nossas posições, mas não devemos deixar de acreditar em nosso negócio, apesar das dificulda- des. Pensa nisso, não deixes que teu dia te consuma! * Ricardo Frederico é diretor da Exitus Consult ARTIGO Por *Ricardo Frederico Como será nosso final e começo de ano?

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